A LUZ DO SUL



Ibiza
Ou Elvissa - ilha do arquipélago das Baleares, famosa pela sua vida nocturna, pelos clubes e seus DJ, e pelas festas.
Nas suas praias famosas, especialmente em Salinas, atracam os iates de costureiros famosos e celebridades.

Mas o que me fascina é a luz.
Aqui, o sol é impiedoso mas o azul turquesa do mar e o casario embelezado com flores rubras tempera o calor e dá-nos a breve sensação de que pisamos terras do deserto.



O contraste entre os panos da muralha de Dalt Vila (a cidade alta) e as casas em cal são uma permanente chamada de atenção aos nossos sentidos.



Dentro do casco histórico da cidade velha, que aconselho a visitar a pé e com calçado muito cómodo, todas as sombras são aproveitadas para lagartear nas esplanadas.




E os raios de sol são cortados pelas cores vibrantes que nos prendem à terra.



Um pormenor sempre presente nas casas, à laia de estores; as cortinas de linho que evitam a entrada do sol nos períodos mais agrestes dos dias.




O branco imaculado entrecortado com flores nas fachadas. 




Flores e pequenos arbustos que dão sombra e frescura nos degraus que percorrem Dalt Vila, e que é necessário escrutinar para sermos surpreendidos com belíssimos recortes de costa e pedaços de mar.



Quando o sol aperta, é bom atravessarmos as ruas estreitas que separam as muralhas do casario.


Um pormenor digno de registo.




Importante é saborear a paleta de cores desta ilha.
O céu de um azul forte, sem nuvens, o branco puro das casas, igrejas e muros. o vermelho da terra arável, o cinza escuro das sombras projectadas no chão, o azul turquesa do mar e a palidez citrónia das águas onde nos banhamos. 



A luz e a sombra.




Numa igreja, de um branco imaculado, também o corpo se acalma e o espírito serena.


A beleza infinita de uma estrutura alva, em cuja suerfície se projecta a sombra curvilínea de uma árvore.




A luz em todo o seu esplendor,
É preciso ir à sua descoberta, persegui-la nos lugares mais afastados dos centros e aglomerados urbanos.
Aqui, tudo é mais autêntico.
A ilha deve ser cruzada em todas as direcções, para descobrirmos os seus tesouros.






 As escarpas são o recorte de Ibiza.
É bom, revitalizante, ficar por ali uns momentos, a ouvir o murmúrio do mar e a olhar o seu fundo de cristal, onde se percebem os areais.


A ilustração da Beleza, com flor vermelha nos cabelos,




 A paz, num banco de pedra que arrefece, depois do rigor de uma tarde de sol.



Uma panorâmica de Ibiza, captada de lá de cima, do alto da muralha de Dalt Vila.



Aqui, já a ilha se vira para norte.




Sempre o azul do mar e a luz vibrante.


Um dos lugares de atracção.
Cala D'Hort, praia rodeado de grandes rochedos.



Praia de Salinas, onde temos de entrar por mar dentro, para podermos ter uns bons 50 centímetros para nadar.



Salinas e os seus minúsculos peixes, visíveis a olho nu.




Em Sant Joan, ponto nordeste da ilha, onde o mar já se apresenta revolto e dominado pela força pura da natureza.

Uma zona privilegiada para quem quer escapar a uma vida de excesso, ruído e festa permanente.




Em Santa Eulalia del Rio, os barcos de recreio estão ancorados e oferecem uma visão diferente de uma outra forma de viver Ibiza.



Azul permanente.



Um detalhe de festa, para uma noite diferente.





Os pés de um turista que calcorreou as ruas de Dalt Vila.



Lojas que exibem roupa apetecível feita em fresco linho alvo, como a luz de Ibiza.



Imagens da noite louca.
Facilmente nos habituamos a ver estas corpos esculpidos e nus, que são o cartaz dos clubes e dos espaços mais in desta ilha. 















A entrada pricipal de Dalt Vila.
Imponente.
Há que passar uma ponde levadiça que nos deixa aceder a um pátio medieval, depois do qual vemos a Plaza de Vila e todo o casario.

Pela noite dentro, as esplanadas iluminadas com velas, as toalhas brancas, as flores remetem-nos para outras ilhas mais distantes, como se estivessemos em Creta.

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